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LED: o que é e porque usar na sua casa

O termo LED não é de todo estranho pra gente, mas de uns tempos pra cá vem se falando muito mais dessa tecnologia para iluminação de ambientes. Mas quando a gente vai ver nas lojas, é tão caro… como pode estar tão em evidência? Pois entenda neste artigo o que é e por que já está na hora de adotarmos a iluminação com LED na maior parte da casa.

 

ledLED é um diodo semicondutor que, quando energizado, emite luz visível. A sigla LED significa Diodo Emissor de Luz (em inglês, Light Emitting Diode), que é um fino semi condutor protegido por uma camada de plástico que ajuda a direcionar o foco da luz.

 

O LED foi criado em 1962. Os primeiros eram na cor vermelha e eram usados, por exemplo, para indicar se um aparelho elétrico estava ligado. Hoje o encontramos em TVs, computadores, relógios digitais, rádios, semáforos, lâmpadas, luminárias e muito mais. Apesar de não ser uma tecnologia nova, somente depois de décadas de evolução tecnológica é que vem alcançando um patamar viável para iluminação de ambientes.

 

Hoje o LED pode ser útil na sua casa. Para começar, essas lâmpadas podem economizar cerca de 80% da energia, em relação a componentes de iluminação tradicionais, resultando em uma conta de luz mais barata. Veja:

 

Onde usar LED

 

Hoje existem centenas de modelos de LampLED, adaptados às luminárias e soquetes das lâmpadas incandescentes e fluorescentes tradicionais. Com isso, para instalar basta substituir sua lâmpada atual pela LED. Não é preciso fazer nenhuma alteração na instalação nem trocar as luminárias.

Apenas tome cuidado ao embutir, já que as lâmpadas foram desenvolvidas para afastar o calor do interior do LED. Embutir o produto errado pode interferir nesta habilidade de afastar calor e assim diminuir sua durabilidade. Para evitar este problema, apenas cuide para que a especificação seja feita por um profissional.

Como seu consumo é muito melhor para emitir a mesma “quantidade” de luz, pode substituir instalações existentes sem sobrecarregar a demanda elétrica da casa, muito pelo contrário, seus fios elétricos e disjuntores serão aliviados.

 

Interior ou exterior?

 

LEDs podem ser aplicados com sucesso tanto em ambientes internos quanto externos. Por se caracterizarem por certa sensibilidade a temperaturas extremas, há que e tomar apenas alguns cuidados na especificação da lâmpada e da luminária apenas. Se você tiver dúvida, apenas tome o cuidado de consultar um profissional. Muitas lojas maiores de materiais elétricos e de iluminação dispõem de departamentos de projetos próprios que oferecem esse serviço gratuitamente.

A tecnologia LED trabalha com perfeição na iluminação cênica. Pode ser aplicada com muitos benefícios em jardins, lavabos, quartos, halls, áreas de banheira e outros espaços que mereçam iluminação especial para valorizar aspectos específicos.

 

Eficiência energética

 

Economia energia pode chegar a 80% quando comparada às convencionais incandescentes e halógenas, sem comprometer a performance. É isso que define a eficiência energética: gerar a mesma “quantidade” de luz consumindo menos energia. Muito menos.

Entenda o consumo de energia da sua lâmpada (ou qualquer outro equipamento elétrico). Nas embalagens e nas lâmpadas vem indicada a “potencia” medida em watts (W). Essa é a quantidade de watts que sua lâmpada consome a cada 1 hora ligada, em média (depende também de outros fatores, mas a variação é mínima).

Se você olhar na sua conta de luz, encontrará um valor faturado por kW/h. Ou seja, o que você paga por cada 1000 watts que consumir em uma hora. Divida por mil e multiplique pela potencia da sua lâmpada e você saberá quanto sua lâmpada gasta por hora, em dinheiro. Se você sabe, por exemplo, que essa lâmpada ficará acesa 6h por dia em media, todos os dias, será só multiplicar aquele valor do consumo por hora por 6 e depois por trinta (dias) e você terá uma idéia bastante aproximada de quanto ela consumirá por mês em dinheiro.

 

Reciclagem e sustentabilidade

 

Como se não bastasse a eficiência energética, LEDs ainda dispõem de mais um atributo ecológico significativo, que é ausência de chumbo e mercúrio, que são problemas ainda não resolvidos na produção e descarte das lâmpadas fluorescentes. Alem de facilitar a reciclagem, em casos de descarte inadequado, o material residual é quimicamente inócuo ao ambiente natural.

 

Tempo

 

Muitas vezes esquecida, esta característica do LED tem seu valor em algumas situações: seu ligamento é instantâneo. Isso significa que ela emite luz a 100% da sua capacidade imediatamente ao acende-la, a diferença das fluorescentes, que precisam de um tempo de aquecimento.

Para algumas atividades, essa espera gera certo desconforto. Cabe a você avaliar em que momentos isso terá ou não importância na sua casa.

 

Dimerizável

 

Na época das incandescentes nos acostumamos a usar dimers ao invés de interruptores, o que nos permitia controlar a intensidade da luz de um ambiente a partir de uma única luminária: para jogar uma conversa fora, luz mais suave, mas para estudar, luz mais intensa.

Com a adoção em massa das lâmpadas fluorescentes perdemos esse recursos, pois elas não são dimerizáveis. Muitos adolescentes de hoje nem conhecem esse recurso tão cômodo. Mas com o LED poderemos voltar a desfrutar desse conforto.

 

Vida útil

 

LEDs têm duração bem mais longa, em média de 20.000 a 25.000 horas, que pode ser traduzida em 25 anos sem necessidade de reposição, se considerarmos uma lâmpada que fica acesa 2 horas e meia por dia). Isto promove uma redução dos custos de manutenção.

 

Calor

 

LEDs têm baixa emissão de calor, o que contribui para economia de energia com ar condicionado e ventilação. Mesmo quando comparadas com as chamadas “lâmpadas frias”, as fluorescentes, a emissão de calor é muito menor, pois as fluorescentes dependem de reatores que, eles sim, emitem bastante calor.

Esta característica torna o LED favorável para iluminação de espaços pequenos como em áreas abaixo de escadas, armários ou fundo de gavetas grandes.

 

Cores

 

Os LEDs são oferecidos numa gama quase infinita de cores reguláveis. Um exemplo marcante foi a iluminação do Cristo Redentor durante a Copa de 2014, em que ele era iluminado com cores diferentes a depender do que estava acontecendo no evento.

Escolhendo luzes mais quentes (que tendem a ser amareladas), é possível fazer com que o cômodo fique mais confortável e aconchegante. Existem inclusive com luz branca quente para um ambiente agradável em sua casa, coisa que até hoje as fluorescentes não conseguiram atingir satisfatoriamente.

 

Reprodução de cor

 

A reprodução de cor sempre foi o tendão de Aquiles do LED, mas apesar de ainda não ser a ideal, ela melhora a cada ano e está chegando perto da que é apresentada pelas lâmpadas incandescentes.

O que é o Índice de Reprodução de Cor (IRC): todas as cores que enxergamos sofrem influência da iluminação. A referência de luz com perfeita reprodução de cores é a luz do sol às 12h00, livre de interferência atmosférica, à qual se atribui a graduação de 100. A reprodução de cor das luzes artificiais é classificada numa escala de 0 a 100, sendo 100 a referencia do sol, de acordo com a sua fidelidade ao reproduzir as cores. Quanto mais próxima do 100 estiver, melhor será a sua reprodução de cores.

 

Automação

 

Como o LED é quase que um pequeno computador, vem nele embutido um enorme potencial de recursos. Um dos “mimos” já disponíveis no mercado é o comando da iluminação a partir do seu smartphone. Utilizando um aplicativo é possível se comunicar com o pequeno sistema, regulando a intensidade da luz de acordo com a suas necessidades — o que ode ser útil e até mesmo divertido.

 

 

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